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Reinaldo Volpato, Cineasta e Diretor de “Estranhas Cotoveladas”, participa de conversa imperdível no BotuCast

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O BotuCast, um podcast renomado que promove discussões envolventes sobre diversos temas, teve a honra de receber Reinaldo Volpato, cineasta e diretor do filme “Estranhas Cotoveladas”, que foi rodado em nossa cidade. Em uma conversa imperdível, Reinaldo compartilhou os desafios e curiosidades da produção do filme, bem como sua trajetória no mundo do cinema.

Foi uma oportunidade única de se aprofundar no universo do cinema nacional! O episódio especial do BotuCast, com a participação de Reinaldo Volpato, foi exibido na quinta-feira, dia 4, às 15h. Os ouvintes tiveram a chance de acompanhar essa conversa fascinante.

Reinaldo Volpato ganhou destaque como cineasta e diretor com o filme “Estranhas Cotoveladas”, que teve cenas gravadas em nossa cidade. Durante a entrevista, ele compartilhou insights valiosos sobre os desafios e particularidades da produção do filme, proporcionando aos ouvintes uma visão única dos bastidores do processo criativo.

Além disso, Reinaldo Volpato nos presenteou com sua trajetória no mundo do cinema, compartilhando suas experiências e aprendizados ao longo dos anos. Sua jornada inspiradora certamente servirá como fonte de motivação para aspirantes a cineastas e entusiastas do cinema.

“Estamos emocionados por ter recebido Reinaldo Volpato no BotuCast e gratos por ele compartilhar conosco sua experiência como cineasta e diretor de ‘Estranhas Cotoveladas’. Essa conversa foi esclarecedora e empolgante para todos os amantes do cinema, oferecendo uma oportunidade única de conhecer mais sobre o processo criativo por trás de um filme nacional”, disse [nome do anfitrião/entrevistador].

O episódio especial do BotuCast com Reinaldo Volpato foi transmitido na quinta-feira, dia 4, às 15h. Os ouvintes puderam acessar o podcast através de [local onde os episódios são disponibilizados, como um site, plataforma de streaming etc.].

Sobre o BotuCast:
O BotuCast é um podcast conceituado que busca enriquecer o conhecimento dos ouvintes por meio de conversas envolventes e esclarecedoras. Com uma ampla gama de temas, o BotuCast oferece uma plataforma para especialistas compartilharem suas experiências e insights, promovendo discussões relevantes para a sociedade atual.

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Colunas

QUESTÕES DA LINGUAGEM – por Bahige Fadel

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Confesso que não sou um purista. Não fico exigindo que as pessoas falem o padrão culto da linguagem. A linguagem existe para a comunicação entre as pessoas. Então, o que deve ser priorizado é a transmissão daquilo que você quer transmitir. Se puder fazer isso com correção e elegância, melhor ainda.

Admito a existência de certa liberdade na comunicação, desde que isso melhore o entendimento das ideias. Isso não quer dizer que você pode sair falando ‘atora’ no lugar de atriz. Isso já é demais. Principalmente se partir de uma primeira dama, que é ouvida por milhões de pessoas.

Vejam, por exemplo, que estou insistindo no uso do gerúndio. Não vou dizer ‘estou a insistir’ ou ‘fico a exigir’, como preferem os nossos irmãos de Portugal. Eu estou a pensar em tomar uma cerveja. Assim, não. Não dá liga.

Vamos ao âmago da questão. Gostaram de ‘âmago’? Não é de meu uso diário, mas me parece que ficou bem, no contexto. O pessoal da mídia deve tomar certos cuidados. A partir do momento em que você se torna um ídolo de milhares de pessoas, uma referência, em que passa a ter fãs e seguidores, passa a ter certas responsabilidades. Antoine de Saint Exupéry já dizia: ‘Tu te tornarás eternamente responsável por aquilo que cativas.’ Assim, esse pessoal tem que tomar certos cuidados no uso da língua. Não pode falar de qualquer jeito, utilizando-se de vícios e erros condenáveis.

Um dos erros da mídia que mais me chateia é o mau emprego do verbo haver. E o cara que emprega de forma errada o verbo haver estufa o peito e emposta a voz, como se estivesse esbanjando cultura: ‘Houveram várias prisões, neste final de semana.’ O tímpano treme. E não é erro de mídia local, não. Gente de canais conceituados berra ‘houveram’ para todo o Brasil; Será que na faculdade de jornalismo não ensinaram que o verbo HAVER com o sentido de existir, ocorrer, acontecer é IMPESSOAL? Impessoal que dizer que ele não tem as pessoas do discurso, que são eu, tu, ele (ela), nós, vós. eles (elas). Se colocar substantivo no lugar dos pronomes, fica a mesma coisa. Voltando ao assunto: essas pessoas funcionam como sujeito de uma oração. Se o verbo não tem as pessoas, não tem o sujeito.

Como o verbo concorda com o sujeito e o verbo impessoal não tem sujeito, não concorda com nada. Por isso, deve ser usado na terceira pessoa do singular. Assim: HOUVE VÁRIAS PRISÕES, NESTE FINAL DE SEMANA. Haverá várias festividades, no aniversário do município.

Só para fechar a questão, uma explicaçãozinha: objeto direto do verbo HAVER é sujeito de existir, ocorrer, acontecer. Se você substituir o verbo haver por um desses sinônimos, a oração passará a ter sujeito e o verbo terá com o que concordar. Veja bem: HOUVE várias prisões neste final de semana. VÁRIAS PRISÕES é objeto direto do verbo HAVER. OCORRERAM (no plural) várias prisões, neste final de semana. O verbo ocorrer está no plural para concordar com o sujeito ‘várias prisões’.
Ficou claro?

BAHIGE FADEL

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Botucatu

Projeto Ecocaminho promove edição especial para crianças

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Evento reúne cerca de cem participantes na Fazenda Lageado.

O projeto de extensão universitária Ecocaminho: Despertando Consciências na Fazenda Lageado realizou, no último domingo, 7 de dezembro, uma edição especial voltada ao público infantil, na Trilha Ecológica do Lageado. A atividade reuniu cerca de 100 participantes — entre eles, 40 crianças e 60 adultos — em uma manhã de aprendizado, convivência e conexão com a natureza.

Após as boas-vindas na Casa da Natureza, onde forma dadas as instruções iniciais, os participantes partiram para a Trilha. Com percurso aproximado de 3 km, a caminhada na trilha foi conduzida por monitores voluntários, todos alunos dos cursos de Engenharia Agronômica, Engenharia Florestal da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) do curso de Ciências Biológicas do Instituto de Biociências (IB) da Unesp.

O Ecocaminho é um projeto de extensão registrado na Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proec) da Unesp. Suas ações integram ecoturismo, educação ambiental e história local em uma experiência dinâmica e humanizada dentro da Fazenda Lageado.

Para esta edição especial, as atividades foram pensadas especialmente para estimular a curiosidade e a observação das crianças. Os pequenos tiveram a oportunidade de pintar utilizando tintas naturais, produzidas com pigmentos vegetais pela equipe do projeto. Houve ainda uma Caça ao Tesouro, em que as crianças procuraram em determinadio trecho da trilha por cataventos especialmente confeccionados pela equipe do projeto com materiais recicláveis.

Ao final do percurso, cada participante recebeu uma muda de planta, reforçando o propósito do projeto em despertar a consciência ambiental e incentivar práticas sustentáveis no cotidiano.

A coordenadora do Ecocaminho, professora Juliana Heloísa Pinê Américo Pinheiro, celebrou os resultados da ação. “O número de participantes superou nossas expectativas. As atividades foram planejadas pensando nesse público, para permitir que as crianças tivessem contato com o meio ambiente, explorassem os cinco sentidos e criassem memórias junto às suas famílias em contato com a natureza. O saldo foi muito positivo. As famílias ficaram muito satisfeitas com as atividades. Agradeço a elas pela participação. Foi um momento muito importante para o projeto“, destacou.

O Ecocaminho segue promovendo ações abertas ao público em geral, fortalecendo o vínculo entre universidade e comunidade por meio da educação ambiental.

Interessados podem acompanhar as próximas atividades pelo Instagram: @ecocaminho.

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Botucatu

MAGMA Museu recebe Rock Sinfônico da Orquestra Municipal

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Concerto gratuito une rock e música clássica e reforça a Concha Acústica como espaço cultural aberto à comunidade.

No próximo domingo, 26 de outubro, às 16h, o público de Botucatu e região poderá vivenciar uma experiência musical única. A Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu, sob regência do Maestro Fernando Ortiz de Villate, apresenta o espetáculo “Rock Sinfônico”, que promete unir a energia do rock à grandiosidade da música clássica no palco da Concha Acústica do MAGMA Museu – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia.

Com entrada gratuita, o evento é uma realização da Orquestra Sinfônica Municipal e tem o MAGMA como espaço anfitrião. A apresentação integra a programação cultural da cidade e reforça a proposta do museu de manter sua Concha Acústica como um ambiente vivo de arte, cultura e convivência.

Segundo Berenice Balsalobre, gestora e curadora do MAGMA, abrir o espaço para iniciativas como essa reafirma o papel do Museu como ponto de encontro entre diferentes formas de expressão artística.

“A Concha Acústica é, por essência, um palco democrático, pensado para acolher múltiplas manifestações culturais. Quando a música ocupa esse espaço — seja o rock, a sinfônica ou a fusão entre ambos —, o que se celebra é a diversidade e a força transformadora da arte”, destaca Berenice.

Localizada em uma das áreas mais simbólicas do museu, a Concha Acústica do MAGMA se consolida como um palco cultural aberto à comunidade, convidando o público a vivenciar experiências que conectam ciência, arte e natureza em um mesmo ambiente.

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