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Entretenimento

Região turística do Pólo Cuesta esteve na World Travel Market Latin America 2017

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Os municípios que fazem parte do Pólo Turístico da Cuesta participaram de mais uma edição da  WTM – World Travel Market Latin America, que ocorreu entre 4 a 6 de abril, no Expo Center Norte.

Realizado em São Paulo, o evento atraiu um público mundial com objetivo de se reunir e determinar o rumo do setor de viagens e turismo. Ao longo de três dias, mais de 6.500 visitantes influentes e 700 empresas expositoras fizeram networking, negociam e se atualizam com  as últimas notícias do setor.

O Pólo Turístico da Cuesta esteve presente nos três dias de evento no estande da Secretaria de Turismo do Estado de São Paulo e foi representado pelos Municípios de Botucatu, Itatinga, São Manuel, Pratânia e Pardinho.

Na quarta-feira (4 de abril), o estande do Pólo Cuesta recebeu a visita do secretário de Turismo do Estado, Laércio Benko. Para o presidente executivo do Pólo Cuesta, Marcelo Sleiman, a participação do consórcio em feiras como esta é muito importante para divulgação dos atrativos dos municípios para todo Brasil e outros países.

“Além de divulgar nossos municípios que fazem parte do Pólo Cuesta a feira também trouxe a oportunidade dos participantes terem acesso a novos conteúdos, trocar informações, adquirir conhecimentos e divulgar o projeto de Cicloturismo da Cuesta, que passa pelas doze cidades do Pólo Cuesta no trajeto total de 520 km com três rotas temáticas e outras parciais”, destaca.

Pólo Cuesta – É um consórcio turístico criado em 2001, como associação sem fins lucrativos, com o objetivo de desenvolver o turismo de forma regional e sustentável através da integração e trabalho em conjunto dos municípios. O consórcio é composto pelos municípios de Anhembi, Areiópolis, Avaré, Barra Bonita, Bofete, Botucatu, Conchas, Itatinga, Paranapanema, Pardinho, Pratânia e São Manuel.

O consórcio é considerado um projeto pioneiro no estado de São Paulo, pela sua união, administração, organização e, sobretudo a integração entre os municípios envolvidos, através de seus agentes políticos, secretários de turismo e empresas do segmento.

Assessoria do  Pólo Cuesta

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Colunas

QUESTÕES DA LINGUAGEM – por Bahige Fadel

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Confesso que não sou um purista. Não fico exigindo que as pessoas falem o padrão culto da linguagem. A linguagem existe para a comunicação entre as pessoas. Então, o que deve ser priorizado é a transmissão daquilo que você quer transmitir. Se puder fazer isso com correção e elegância, melhor ainda.

Admito a existência de certa liberdade na comunicação, desde que isso melhore o entendimento das ideias. Isso não quer dizer que você pode sair falando ‘atora’ no lugar de atriz. Isso já é demais. Principalmente se partir de uma primeira dama, que é ouvida por milhões de pessoas.

Vejam, por exemplo, que estou insistindo no uso do gerúndio. Não vou dizer ‘estou a insistir’ ou ‘fico a exigir’, como preferem os nossos irmãos de Portugal. Eu estou a pensar em tomar uma cerveja. Assim, não. Não dá liga.

Vamos ao âmago da questão. Gostaram de ‘âmago’? Não é de meu uso diário, mas me parece que ficou bem, no contexto. O pessoal da mídia deve tomar certos cuidados. A partir do momento em que você se torna um ídolo de milhares de pessoas, uma referência, em que passa a ter fãs e seguidores, passa a ter certas responsabilidades. Antoine de Saint Exupéry já dizia: ‘Tu te tornarás eternamente responsável por aquilo que cativas.’ Assim, esse pessoal tem que tomar certos cuidados no uso da língua. Não pode falar de qualquer jeito, utilizando-se de vícios e erros condenáveis.

Um dos erros da mídia que mais me chateia é o mau emprego do verbo haver. E o cara que emprega de forma errada o verbo haver estufa o peito e emposta a voz, como se estivesse esbanjando cultura: ‘Houveram várias prisões, neste final de semana.’ O tímpano treme. E não é erro de mídia local, não. Gente de canais conceituados berra ‘houveram’ para todo o Brasil; Será que na faculdade de jornalismo não ensinaram que o verbo HAVER com o sentido de existir, ocorrer, acontecer é IMPESSOAL? Impessoal que dizer que ele não tem as pessoas do discurso, que são eu, tu, ele (ela), nós, vós. eles (elas). Se colocar substantivo no lugar dos pronomes, fica a mesma coisa. Voltando ao assunto: essas pessoas funcionam como sujeito de uma oração. Se o verbo não tem as pessoas, não tem o sujeito.

Como o verbo concorda com o sujeito e o verbo impessoal não tem sujeito, não concorda com nada. Por isso, deve ser usado na terceira pessoa do singular. Assim: HOUVE VÁRIAS PRISÕES, NESTE FINAL DE SEMANA. Haverá várias festividades, no aniversário do município.

Só para fechar a questão, uma explicaçãozinha: objeto direto do verbo HAVER é sujeito de existir, ocorrer, acontecer. Se você substituir o verbo haver por um desses sinônimos, a oração passará a ter sujeito e o verbo terá com o que concordar. Veja bem: HOUVE várias prisões neste final de semana. VÁRIAS PRISÕES é objeto direto do verbo HAVER. OCORRERAM (no plural) várias prisões, neste final de semana. O verbo ocorrer está no plural para concordar com o sujeito ‘várias prisões’.
Ficou claro?

BAHIGE FADEL

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Botucatu

Projeto Ecocaminho promove edição especial para crianças

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Evento reúne cerca de cem participantes na Fazenda Lageado.

O projeto de extensão universitária Ecocaminho: Despertando Consciências na Fazenda Lageado realizou, no último domingo, 7 de dezembro, uma edição especial voltada ao público infantil, na Trilha Ecológica do Lageado. A atividade reuniu cerca de 100 participantes — entre eles, 40 crianças e 60 adultos — em uma manhã de aprendizado, convivência e conexão com a natureza.

Após as boas-vindas na Casa da Natureza, onde forma dadas as instruções iniciais, os participantes partiram para a Trilha. Com percurso aproximado de 3 km, a caminhada na trilha foi conduzida por monitores voluntários, todos alunos dos cursos de Engenharia Agronômica, Engenharia Florestal da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) do curso de Ciências Biológicas do Instituto de Biociências (IB) da Unesp.

O Ecocaminho é um projeto de extensão registrado na Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proec) da Unesp. Suas ações integram ecoturismo, educação ambiental e história local em uma experiência dinâmica e humanizada dentro da Fazenda Lageado.

Para esta edição especial, as atividades foram pensadas especialmente para estimular a curiosidade e a observação das crianças. Os pequenos tiveram a oportunidade de pintar utilizando tintas naturais, produzidas com pigmentos vegetais pela equipe do projeto. Houve ainda uma Caça ao Tesouro, em que as crianças procuraram em determinadio trecho da trilha por cataventos especialmente confeccionados pela equipe do projeto com materiais recicláveis.

Ao final do percurso, cada participante recebeu uma muda de planta, reforçando o propósito do projeto em despertar a consciência ambiental e incentivar práticas sustentáveis no cotidiano.

A coordenadora do Ecocaminho, professora Juliana Heloísa Pinê Américo Pinheiro, celebrou os resultados da ação. “O número de participantes superou nossas expectativas. As atividades foram planejadas pensando nesse público, para permitir que as crianças tivessem contato com o meio ambiente, explorassem os cinco sentidos e criassem memórias junto às suas famílias em contato com a natureza. O saldo foi muito positivo. As famílias ficaram muito satisfeitas com as atividades. Agradeço a elas pela participação. Foi um momento muito importante para o projeto“, destacou.

O Ecocaminho segue promovendo ações abertas ao público em geral, fortalecendo o vínculo entre universidade e comunidade por meio da educação ambiental.

Interessados podem acompanhar as próximas atividades pelo Instagram: @ecocaminho.

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Botucatu

MAGMA Museu recebe Rock Sinfônico da Orquestra Municipal

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Concerto gratuito une rock e música clássica e reforça a Concha Acústica como espaço cultural aberto à comunidade.

No próximo domingo, 26 de outubro, às 16h, o público de Botucatu e região poderá vivenciar uma experiência musical única. A Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu, sob regência do Maestro Fernando Ortiz de Villate, apresenta o espetáculo “Rock Sinfônico”, que promete unir a energia do rock à grandiosidade da música clássica no palco da Concha Acústica do MAGMA Museu – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia.

Com entrada gratuita, o evento é uma realização da Orquestra Sinfônica Municipal e tem o MAGMA como espaço anfitrião. A apresentação integra a programação cultural da cidade e reforça a proposta do museu de manter sua Concha Acústica como um ambiente vivo de arte, cultura e convivência.

Segundo Berenice Balsalobre, gestora e curadora do MAGMA, abrir o espaço para iniciativas como essa reafirma o papel do Museu como ponto de encontro entre diferentes formas de expressão artística.

“A Concha Acústica é, por essência, um palco democrático, pensado para acolher múltiplas manifestações culturais. Quando a música ocupa esse espaço — seja o rock, a sinfônica ou a fusão entre ambos —, o que se celebra é a diversidade e a força transformadora da arte”, destaca Berenice.

Localizada em uma das áreas mais simbólicas do museu, a Concha Acústica do MAGMA se consolida como um palco cultural aberto à comunidade, convidando o público a vivenciar experiências que conectam ciência, arte e natureza em um mesmo ambiente.

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