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II Festival de Yoga terá práticas para todos os públicos, em Pardinho

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O encontro será no dia 25/01, com um dia todo de programação. O convite é para quem quer começar o ano com atividades para o bem-estar físico e mental.

Anote na agenda! O Centro Max Feffer, sob gestão do Instituto Jatobás, abre suas portas no próximo dia 25/01 para o seu II Festival de Yoga. Com programação das 9h às 18h, o encontro terá atividades para todos os níveis e públicos nos diferentes espaços do Max.

A abertura será às 9h, com uma prática coletiva de alongamento. Na sequência, às 9h15, o convite é para o público iniciante para a Slow Yoga. No mesmo horário, estarão acontecendo aulas simultâneas: Vinyasa, na Praça Coberta, e Kundalini Yoga, na Sala Multiuso (níveis intermediário e multinível).

Além dos exercícios práticos, o Festival reservou também um espaço para aprendizados teóricos. Das 10h45 às 12h, o período será destinado para uma aula de textos clássicos do Yoga.

Meditação e mantras

Que tal aproveitar a oportunidade para meditar? A partir das 14h, de forma coletiva, está programada a Meditação Mindfulness.

“O Mindfulness, também conhecido como “atenção plena,” é uma prática de desenvolvimento pessoal que busca cultivar um estado de presença e consciência ativa do corpo e da mente. Por meio dessa técnica, a pessoa aprende a estar mais atenta às suas emoções, pensamentos e sensações físicas no aqui e agora, com uma atitude de aceitação e sem julgamentos. Será uma grande oportunidade para quem quiser saber mais sobre a prática e aproveitar a chance para praticar um pouquinho. O convite está aberto para toda população de Pardinho e região interessada”, afirma Patrícia Ceschi, Gestora do Centro Max Feffer.

A programação continua com a aula de Posturas de Invertidas, das 15h30 às 16h45, na sala multiuso, e Vivek Yoga, no mesmo horário, na Praça Coberta. O encerramento será com o canto de Mantras, das 17h às 18h, numa prática coletiva.

“Não deixe de participar e usar esse espaço e as atividades oferecidas como um aprendizado, especialmente agora, que estamos no começo do ano. Os interessados podem chegar, sem necessidade de inscrição prévia”, completa Patrícia.

A programação completa do Festival, com todos os detalhes, está disponível nas redes sociais do Centro Max Feffer (@centromaxfeffer).

 

Férias no Max

Diversão com histórias, jogos e música também são opções para o período de férias no Centro Max Feffer, com atividades para toda família. Confira as datas e os detalhes na programação a seguir.

Agenda

Biblioteca reaberta, com horário de funcionamento de terça a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30. Aos sábados, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h. Durante todo o mês de janeiro, haverá também a Mostra de “Livros Novos” e “Mundos Imaginários” na Brinquedoteca.

De 15/01 a 21/02 – Oficinas de percussão, às quartas e sextas-feiras, das 18h às 19h, com o Maestro Alexandre. A entrada é livre e não precisa de inscrição.

Dias 17, 24 e 31/01 – Programação de Férias: Hora da História, às 15h. As tardes serão recheadas de magia e imaginação, com uma programação para toda a família. A entrada é livre e as atividades são para todas as idades.

18/01 – Início das aulas de Zumba, das 9h às 10h. A iniciativa promete animar o público, com aulas cheias de energia e animação. A entrada é livre e não precisa de inscrição.

18/01 – Programação de Férias: Tarde de Jogos Modernos de Tabuleiro com Capivara Jogos, das 14h às 18h. O convite é para jovens com idade a partir dos 11 anos e adultos para se divertirem e conhecerem os melhores jogos de tabuleiro do mundo, com títulos premiados, incluindo vencedores do prêmio Spiel des Jahres como Catan, Carcassonne e o incrível Pandemic de Matt Leacock.

 

Museu Tião Carreiro

Até o dia 23/02, segue aberta a exposição temporária “Tião Carreiro: 90 anos do Rei do Pagode”, no Museu Tião Carreiro, anexo ao Centro Max Feffer. A atividade é uma ótima opção de cultura e lazer para a população de Pardinho e região e para aqueles que estão de passagem, visitando a cidade.


Serviço

O Centro Max Feffer fica na Praça Ademir Rocha da Silva, no Centro de Pardinho (SP). O horário de funcionamento é de terça a sábado, das 8h às 20h. Aos domingos e feriados, o espaço abre de acordo com a programação.

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Colunas

QUESTÕES DA LINGUAGEM – por Bahige Fadel

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Confesso que não sou um purista. Não fico exigindo que as pessoas falem o padrão culto da linguagem. A linguagem existe para a comunicação entre as pessoas. Então, o que deve ser priorizado é a transmissão daquilo que você quer transmitir. Se puder fazer isso com correção e elegância, melhor ainda.

Admito a existência de certa liberdade na comunicação, desde que isso melhore o entendimento das ideias. Isso não quer dizer que você pode sair falando ‘atora’ no lugar de atriz. Isso já é demais. Principalmente se partir de uma primeira dama, que é ouvida por milhões de pessoas.

Vejam, por exemplo, que estou insistindo no uso do gerúndio. Não vou dizer ‘estou a insistir’ ou ‘fico a exigir’, como preferem os nossos irmãos de Portugal. Eu estou a pensar em tomar uma cerveja. Assim, não. Não dá liga.

Vamos ao âmago da questão. Gostaram de ‘âmago’? Não é de meu uso diário, mas me parece que ficou bem, no contexto. O pessoal da mídia deve tomar certos cuidados. A partir do momento em que você se torna um ídolo de milhares de pessoas, uma referência, em que passa a ter fãs e seguidores, passa a ter certas responsabilidades. Antoine de Saint Exupéry já dizia: ‘Tu te tornarás eternamente responsável por aquilo que cativas.’ Assim, esse pessoal tem que tomar certos cuidados no uso da língua. Não pode falar de qualquer jeito, utilizando-se de vícios e erros condenáveis.

Um dos erros da mídia que mais me chateia é o mau emprego do verbo haver. E o cara que emprega de forma errada o verbo haver estufa o peito e emposta a voz, como se estivesse esbanjando cultura: ‘Houveram várias prisões, neste final de semana.’ O tímpano treme. E não é erro de mídia local, não. Gente de canais conceituados berra ‘houveram’ para todo o Brasil; Será que na faculdade de jornalismo não ensinaram que o verbo HAVER com o sentido de existir, ocorrer, acontecer é IMPESSOAL? Impessoal que dizer que ele não tem as pessoas do discurso, que são eu, tu, ele (ela), nós, vós. eles (elas). Se colocar substantivo no lugar dos pronomes, fica a mesma coisa. Voltando ao assunto: essas pessoas funcionam como sujeito de uma oração. Se o verbo não tem as pessoas, não tem o sujeito.

Como o verbo concorda com o sujeito e o verbo impessoal não tem sujeito, não concorda com nada. Por isso, deve ser usado na terceira pessoa do singular. Assim: HOUVE VÁRIAS PRISÕES, NESTE FINAL DE SEMANA. Haverá várias festividades, no aniversário do município.

Só para fechar a questão, uma explicaçãozinha: objeto direto do verbo HAVER é sujeito de existir, ocorrer, acontecer. Se você substituir o verbo haver por um desses sinônimos, a oração passará a ter sujeito e o verbo terá com o que concordar. Veja bem: HOUVE várias prisões neste final de semana. VÁRIAS PRISÕES é objeto direto do verbo HAVER. OCORRERAM (no plural) várias prisões, neste final de semana. O verbo ocorrer está no plural para concordar com o sujeito ‘várias prisões’.
Ficou claro?

BAHIGE FADEL

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Botucatu

Projeto Ecocaminho promove edição especial para crianças

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Evento reúne cerca de cem participantes na Fazenda Lageado.

O projeto de extensão universitária Ecocaminho: Despertando Consciências na Fazenda Lageado realizou, no último domingo, 7 de dezembro, uma edição especial voltada ao público infantil, na Trilha Ecológica do Lageado. A atividade reuniu cerca de 100 participantes — entre eles, 40 crianças e 60 adultos — em uma manhã de aprendizado, convivência e conexão com a natureza.

Após as boas-vindas na Casa da Natureza, onde forma dadas as instruções iniciais, os participantes partiram para a Trilha. Com percurso aproximado de 3 km, a caminhada na trilha foi conduzida por monitores voluntários, todos alunos dos cursos de Engenharia Agronômica, Engenharia Florestal da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA) do curso de Ciências Biológicas do Instituto de Biociências (IB) da Unesp.

O Ecocaminho é um projeto de extensão registrado na Pró-reitoria de Extensão e Cultura (Proec) da Unesp. Suas ações integram ecoturismo, educação ambiental e história local em uma experiência dinâmica e humanizada dentro da Fazenda Lageado.

Para esta edição especial, as atividades foram pensadas especialmente para estimular a curiosidade e a observação das crianças. Os pequenos tiveram a oportunidade de pintar utilizando tintas naturais, produzidas com pigmentos vegetais pela equipe do projeto. Houve ainda uma Caça ao Tesouro, em que as crianças procuraram em determinadio trecho da trilha por cataventos especialmente confeccionados pela equipe do projeto com materiais recicláveis.

Ao final do percurso, cada participante recebeu uma muda de planta, reforçando o propósito do projeto em despertar a consciência ambiental e incentivar práticas sustentáveis no cotidiano.

A coordenadora do Ecocaminho, professora Juliana Heloísa Pinê Américo Pinheiro, celebrou os resultados da ação. “O número de participantes superou nossas expectativas. As atividades foram planejadas pensando nesse público, para permitir que as crianças tivessem contato com o meio ambiente, explorassem os cinco sentidos e criassem memórias junto às suas famílias em contato com a natureza. O saldo foi muito positivo. As famílias ficaram muito satisfeitas com as atividades. Agradeço a elas pela participação. Foi um momento muito importante para o projeto“, destacou.

O Ecocaminho segue promovendo ações abertas ao público em geral, fortalecendo o vínculo entre universidade e comunidade por meio da educação ambiental.

Interessados podem acompanhar as próximas atividades pelo Instagram: @ecocaminho.

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Botucatu

MAGMA Museu recebe Rock Sinfônico da Orquestra Municipal

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Concerto gratuito une rock e música clássica e reforça a Concha Acústica como espaço cultural aberto à comunidade.

No próximo domingo, 26 de outubro, às 16h, o público de Botucatu e região poderá vivenciar uma experiência musical única. A Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu, sob regência do Maestro Fernando Ortiz de Villate, apresenta o espetáculo “Rock Sinfônico”, que promete unir a energia do rock à grandiosidade da música clássica no palco da Concha Acústica do MAGMA Museu – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia.

Com entrada gratuita, o evento é uma realização da Orquestra Sinfônica Municipal e tem o MAGMA como espaço anfitrião. A apresentação integra a programação cultural da cidade e reforça a proposta do museu de manter sua Concha Acústica como um ambiente vivo de arte, cultura e convivência.

Segundo Berenice Balsalobre, gestora e curadora do MAGMA, abrir o espaço para iniciativas como essa reafirma o papel do Museu como ponto de encontro entre diferentes formas de expressão artística.

“A Concha Acústica é, por essência, um palco democrático, pensado para acolher múltiplas manifestações culturais. Quando a música ocupa esse espaço — seja o rock, a sinfônica ou a fusão entre ambos —, o que se celebra é a diversidade e a força transformadora da arte”, destaca Berenice.

Localizada em uma das áreas mais simbólicas do museu, a Concha Acústica do MAGMA se consolida como um palco cultural aberto à comunidade, convidando o público a vivenciar experiências que conectam ciência, arte e natureza em um mesmo ambiente.

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