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Cultura

Botucatu recebe Circuito Sesc de Artes nessa sexta

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No dia 06 de abril, sexta-feira, Botucatu receberá a 10ª edição do Circuito Sesc de Artes, evento que circula por 120 cidades do interior, litoral e Grande São Paulo, em municípios que não têm unidades da instituição em seu território.

Com atividades de artes visuais, circo, cinema, dança, música, teatro, literatura e tecnologias, o Circuito envolve 106 trabalhos artísticos com cerca de 400 artistas em mais de 1 mil ações, todas gratuitas e livres para todos os públicos.

O Circuito Sesc faz parte das comemorações dos 163 anos de Botucatu e as apresentações na Cidade terão como destaque o grupo sul-mato-grossense Circo Le Chapeau, apresentando o espetáculo circense Tradicional Pocket Show, onde o público é levado para o picadeiro e aos bastidores de um circo tradicional.

Com um olhar contemporâneo para uma manifestação cultural tradicional do Brasil, a Cia Oito Nova Dança apresenta o fandango caiçara, dos litorais sul de São Paulo e norte do Paraná. Para preservar essa tradição, a companhia reúne aspectos essenciais e originais com Fandango a Céu Aberto.

Integrando a programação do Gabinete de Curiosidades e Habilidades, o Circuito Sesc exibe uma seleção dos curtas-metragens de animação criados pelo estúdio Pixar, responsável por grandes sucessos do cinema e atualmente parte da Walt Disney Pictures.

Além de Botucatu, Avaré, Garça, Marília, Ourinhos e Palmital receberão shows, espetáculos de dança, circo e diversas intervenções artísticas livres para todos os públicos entre os dias 6 e 8 de abril.

Programação do Circuito Sesc de Artes em Botucatu:

Sexta-feira, 06, das 16h às 21h30 – Praça Pedro Torres, s/n, Centro

 Circo

Tradicional Pocket Show

Circo Le Chapeau (MS)

O público é levado para o picadeiro e aos bastidores de um circo tradicional, para presenciar a correria antes dos espetáculos, as trocas de figurinos, a preparação para a entrada em cena e a até mesmo a versatilidade dos artistas que fazem seu número e também vendem pipoca. Mesmo sem lona, o grupo sul-mato-grossense promove uma experiência parecida com a dos circos que viajavam pelo interior do Brasil.

 Iniciação ao Malabarismo

Circo Le Chapeau (MS)

O grupo promove uma oficina de malabarismo, em que não há limite de idade ou habilidade para experimentar. Com as atividades, os participantes praticam exercícios de lateralidade e concentração, com algumas técnicas para desenvolver a manipulação, lançamento e recepção de objetos.

 Dança

Fandango a Céu Aberto

Cia. Oito Nova Dança (SP)

O espetáculo oferece um olhar contemporâneo para uma manifestação cultural tradicional do Brasil: o fandango caiçara, do litoral sul de São Paulo e litoral norte do Paraná. Para preservar essa tradição, a companhia reúne aspectos essenciais do fandango original, como o bailado, o batido e a noção de mutirão e celebração coletiva, convidando o público para dançar em um grande baile aberto.

 Música

Fanfarra Black Clube (RJ)

O coletivo carioca combina a animação dos blocos de rua com o balanço do funk, da black music e da música das discotecas. O repertório vai de clássicos nacionais e internacionais dos anos 1970, como Bee Gees, The Jackson 5 e Tim Maia, até hits mais atuais, como músicas de Pharrell e Daft Punk, além de músicas autorais, sempre com uma pegada dançante e carnavalesca.

 DJ Barata (SP)

O baiano Lucas Barata é DJ, produtor cultural e pesquisador musical desde 2001. Seu repertório passeia pela música popular brasileira, com foco na produção dos anos 1960 e 70: o samba, a tropicália, a bossa nova, o latin jazz, o soul, o funk e o afrobeat. Mais do que uma seleção de músicas, suas discotecagens propõem uma paisagem sonora para contextos urbanos e brasileiros.

Literatura

Plante Poema

Projeto Matilha e Roça da Rua (SP)

Sentado em frente a um dispositivo de palavras-chaves, cada participante é convidado a fazer uma troca: escolher uma palavra para deixar e outra para levar, seja a partir dos termos à disposição ou de livre escolha, a partir das suas sensações no momento. Ao final, cada participante ganha uma muda, um ramo ou semente e uma indicação poética.

Programação do Gabinete de Curiosidades e Habilidades

Artes Visuais

Tricô de Braço e Tear Alternativo

Cris Bertolucci, Tainá Denardi e Sarah Lopes (SP)

As técnicas de tecimento livre são aquelas em que não é preciso nenhuma ferramenta para o entrelaçamento dos fios e a criação de tecidos. A confecção é feita com as mãos e dedos, construíndo inúmeros tipos de nós. Na oficina é explorado o tricô de braço para a criação da trama básica do tricô. Com a técnica é possível obter tecidos utilizados tanto na criação de vestuário como no design de interiores.

Literatura

Palavra + Imagem

Coletivo Rodas de Leitura (SP)

Com um acervo variado de livros ilustrados, mediadores convidam o público para leituras individuais e/ou compartilhadas.

 Cinema

Curtas de Animação da Pixar

Exibição de uma seleção dos curtas-metragens de animação criados pelo estúdio Pixar, responsável por grandes sucessos do cinema e atualmente parte da Walt Disney Pictures.

 Circuito Sesc de Artes na Internet

O site do Circuito Sesc de Artes será diariamente atualizado com produções exclusivas, registrando histórias curiosas, destaques da programação e personalidades de cada cidade envolvida na programação. Basta acessar sescsp.org.br/circuitosescdeartes e conferir estes conteúdos, incluindo toda a grade de programação.

 

Fonte: Prefeitura de Botucatu

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Cultura

Artista da região de Botucatu supera 20 milhões de compartilhamentos com música nas redes sociais

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Natural de Itatinga, Ramonzera apostou na carreira musical depois dos 40 anos e agora lança versão acústica de “Bora Ser Feliz!”

Uma música sobre ter coragem para perseguir os próprios sonhos acabou levando um artista da região de Botucatu a alcançar milhões de pessoas nas redes sociais.

Natural de Itatinga e atualmente atuando na região de Botucatu, o cantor e compositor Ramon Salvador, conhecido artisticamente como Ramonzera, ultrapassou a marca de 20 milhões de compartilhamentos em Reels no Facebook e Instagram com a música autoral “Bora Ser Feliz!”.

O resultado ganhou repercussão nacional nas últimas semanas e foi noticiado por veículos como Terra e CenaPop/UOL.

Agora, Ramonzera apresenta uma nova versão acústica da canção, com uma interpretação mais intimista de uma música que acabou se tornando uma das principais de sua trajetória.

De Itatinga para as redes sociais

“Bora Ser Feliz!” foi lançada originalmente em 2023 e tem como tema central a decisão de viver os próprios sonhos sem ficar preso à aprovação ou ao julgamento das outras pessoas.

A proposta da música tem relação direta com a própria história de Ramonzera.

Depois dos 40 anos, o artista decidiu mudar os rumos da vida profissional para se dedicar integralmente à música, transformando um antigo sonho em carreira.

A identificação do público com a mensagem ajudou a canção a circular pelas redes sociais, especialmente por meio dos vídeos curtos.

Com o tempo, “Bora Ser Feliz!” passou a ser utilizada por usuários em diferentes tipos de Reels até ultrapassar, segundo dados divulgados pela equipe do artista, 20 milhões de compartilhamentos no Facebook e Instagram.

Música ganhou repercussão nacional

O crescimento da música nas plataformas digitais também chamou a atenção de veículos nacionais.

Em agosto, o Terra destacou a trajetória da canção e a marca de mais de 20 milhões de compartilhamentos. O CenaPop/UOL também publicou reportagem sobre o desempenho da música e o lançamento de sua nova versão.

A história, no entanto, começou alguns anos antes.

Em novembro de 2023, a Universal Music Brasil já havia divulgado o lançamento de “Bora Ser Feliz!”, apresentando a composição como uma música voltada à busca pelos sonhos e pela felicidade.

Nova versão de “Bora Ser Feliz!”

Com a repercussão alcançada pela gravação original, Ramonzera decidiu revisitar a música.

A nova versão aposta no formato acústico, reduzindo elementos da produção para dar maior destaque à interpretação e à mensagem da composição.

O lançamento também reforça uma característica presente no trabalho autoral do cantor: músicas inspiradas em situações do cotidiano e em temas como felicidade, família, sonhos, fé e relacionamentos.

Para Ramonzera, a própria trajetória acabou se aproximando da mensagem que ele canta.

Ao abandonar uma carreira convencional depois dos 40 anos para investir profissionalmente na música, o artista colocou em prática uma das ideias presentes em “Bora Ser Feliz!”: não adiar indefinidamente aquilo que se deseja fazer.

Quem é Ramonzera?

Ramon Salvador, o Ramonzera, é cantor e compositor natural de Itatinga, no interior de São Paulo, e desenvolve atualmente sua carreira artística na região de Botucatu.

Com trabalho autoral, ganhou projeção nas redes sociais principalmente com “Bora Ser Feliz!”, música que ultrapassou a marca de 20 milhões de compartilhamentos em Reels.

O artista mantém seus trabalhos e lançamentos nas plataformas digitais e nas

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Colunas

QUESTÕES DA LINGUAGEM – por Bahige Fadel

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Confesso que não sou um purista. Não fico exigindo que as pessoas falem o padrão culto da linguagem. A linguagem existe para a comunicação entre as pessoas. Então, o que deve ser priorizado é a transmissão daquilo que você quer transmitir. Se puder fazer isso com correção e elegância, melhor ainda.

Admito a existência de certa liberdade na comunicação, desde que isso melhore o entendimento das ideias. Isso não quer dizer que você pode sair falando ‘atora’ no lugar de atriz. Isso já é demais. Principalmente se partir de uma primeira dama, que é ouvida por milhões de pessoas.

Vejam, por exemplo, que estou insistindo no uso do gerúndio. Não vou dizer ‘estou a insistir’ ou ‘fico a exigir’, como preferem os nossos irmãos de Portugal. Eu estou a pensar em tomar uma cerveja. Assim, não. Não dá liga.

Vamos ao âmago da questão. Gostaram de ‘âmago’? Não é de meu uso diário, mas me parece que ficou bem, no contexto. O pessoal da mídia deve tomar certos cuidados. A partir do momento em que você se torna um ídolo de milhares de pessoas, uma referência, em que passa a ter fãs e seguidores, passa a ter certas responsabilidades. Antoine de Saint Exupéry já dizia: ‘Tu te tornarás eternamente responsável por aquilo que cativas.’ Assim, esse pessoal tem que tomar certos cuidados no uso da língua. Não pode falar de qualquer jeito, utilizando-se de vícios e erros condenáveis.

Um dos erros da mídia que mais me chateia é o mau emprego do verbo haver. E o cara que emprega de forma errada o verbo haver estufa o peito e emposta a voz, como se estivesse esbanjando cultura: ‘Houveram várias prisões, neste final de semana.’ O tímpano treme. E não é erro de mídia local, não. Gente de canais conceituados berra ‘houveram’ para todo o Brasil; Será que na faculdade de jornalismo não ensinaram que o verbo HAVER com o sentido de existir, ocorrer, acontecer é IMPESSOAL? Impessoal que dizer que ele não tem as pessoas do discurso, que são eu, tu, ele (ela), nós, vós. eles (elas). Se colocar substantivo no lugar dos pronomes, fica a mesma coisa. Voltando ao assunto: essas pessoas funcionam como sujeito de uma oração. Se o verbo não tem as pessoas, não tem o sujeito.

Como o verbo concorda com o sujeito e o verbo impessoal não tem sujeito, não concorda com nada. Por isso, deve ser usado na terceira pessoa do singular. Assim: HOUVE VÁRIAS PRISÕES, NESTE FINAL DE SEMANA. Haverá várias festividades, no aniversário do município.

Só para fechar a questão, uma explicaçãozinha: objeto direto do verbo HAVER é sujeito de existir, ocorrer, acontecer. Se você substituir o verbo haver por um desses sinônimos, a oração passará a ter sujeito e o verbo terá com o que concordar. Veja bem: HOUVE várias prisões neste final de semana. VÁRIAS PRISÕES é objeto direto do verbo HAVER. OCORRERAM (no plural) várias prisões, neste final de semana. O verbo ocorrer está no plural para concordar com o sujeito ‘várias prisões’.
Ficou claro?

BAHIGE FADEL

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Botucatu

MAGMA Museu recebe Rock Sinfônico da Orquestra Municipal

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Concerto gratuito une rock e música clássica e reforça a Concha Acústica como espaço cultural aberto à comunidade.

No próximo domingo, 26 de outubro, às 16h, o público de Botucatu e região poderá vivenciar uma experiência musical única. A Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu, sob regência do Maestro Fernando Ortiz de Villate, apresenta o espetáculo “Rock Sinfônico”, que promete unir a energia do rock à grandiosidade da música clássica no palco da Concha Acústica do MAGMA Museu – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia.

Com entrada gratuita, o evento é uma realização da Orquestra Sinfônica Municipal e tem o MAGMA como espaço anfitrião. A apresentação integra a programação cultural da cidade e reforça a proposta do museu de manter sua Concha Acústica como um ambiente vivo de arte, cultura e convivência.

Segundo Berenice Balsalobre, gestora e curadora do MAGMA, abrir o espaço para iniciativas como essa reafirma o papel do Museu como ponto de encontro entre diferentes formas de expressão artística.

“A Concha Acústica é, por essência, um palco democrático, pensado para acolher múltiplas manifestações culturais. Quando a música ocupa esse espaço — seja o rock, a sinfônica ou a fusão entre ambos —, o que se celebra é a diversidade e a força transformadora da arte”, destaca Berenice.

Localizada em uma das áreas mais simbólicas do museu, a Concha Acústica do MAGMA se consolida como um palco cultural aberto à comunidade, convidando o público a vivenciar experiências que conectam ciência, arte e natureza em um mesmo ambiente.

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